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Par quem quer casar!
Quando criança, os parentes sempre me falavam: “há de ser um bom filho, um bom homem e um bom marido”. Ouvia essa frase e não a entendia muito bem. Quando na adolescência, entendendo um pouco do mundo que me aguardava, na vida adulta, passei a repudiar qualquer relação próxima do Casamento. Dizia: “Isso não é para mim”. Porém com os hormônios aflorando e o surgimento dos primeiros amores, e com eles das primeiras noites de sono perdido, refleti melhor e compreendi que como já bom filho e bom homem, havia também de ser um bom marido.
Todavia, neste ano de 2004, resolvi ler a coleção dos 5 melhores livros do Aluísio de Azevedo, que há tempos estava em minha prateleira das próximas leituras. Li “O Cortiço”, “Casa de Pensão”, “O Mulato”, “O Homem”. Gostei de todos e muito, um pouco menos deste último.
Agora, o quinto livro da coleção: “Livro de uma Sogra” é um soco no estômago, é uma escarrada na face! A obra é uma análise fria e real do Casamento. Lendo Aluísio de Azevedo e pensando num futuro próximo, já não sei o que esperar de um relacionamento mais sério. Tantas aparências e conveniências, tantas magoas acumuladas, tanta dor, tantos ideais perdidos...
Se tu, leitor ávido por bons livros, queres ler e se chocar e pensar dias e dias, em círculo, leia “Livro de uma Sogra” de Aluísio de Azevedo e sinta o mundo desmoronar, o teu corpo remoer e a tua mente ficar sem norte!
Eu indico, mas prepare-se!!!
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 17h29
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Retaliações de um Coração
Como seria bom se
aquela garota,
paixão da minha vida,
por quem me sacrificaria,
por quem derrubaria tudo e a todos
me dissesse SIM.
Como seria maravilhoso se
ela chegasse,
como quem não quer nada,
e lentamente fizesse
com que o meu
pobre coração sofrido e dilacerado
se recuperasse de traumas negativos do passado,
através de amor, de muito amor.
Como seria importante se
ela mostrasse para mim,
não raiva, ressentimento
ou compaixão,
mas sim a reciprocidade de
uma utópica e verdadeira paixão.
Como seria estimulante se
ela gritasse,
sem medo e com coragem,
para todos ouvirem:
Te amo!!!
Como seria surpreendente
ver a figura idealizada
do meu mais profundo e forte amor
dizendo-me o que,
nem nos meus sonhos mais fantásticos,
pensei em ouvir.
Enfim,
como seria bom se
a ficção virasse realidade,
a poesia virasse história,
este poema virasse a sinopse
do meu futuro e mais importante
caso de amor.
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 09h06
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O primeiro poema que escrevi... : Normais e loucos
Vivo no pior mundo
sou revoltado do terceiro mundo.
Mas por que sou revoltado?
Tenho o que comer
o que vestir
onde dormir.
Mas sou só um
faço parte dos Alguns
não sou da Maioria
E olhe que ironia:
a Maioria não possui o que a minoria,
os Alguns possuem.
Mas a Maioria está feliz?
e eu infeliz?
Me chamam de louco!
Sou louco?
Não! Nãoooooooooo!
NÃO.
Sou levemente perturbado.
Na condição do louco
perturbarei os normais
até que esses insanos vejam que
são os loucos e admitam
que eu
eu sou o mais normal;
e aí...
Pppppppppuuuuuuuufffffff!!!!!!
A Maioria acordará e verá
que alguns dos Alguns estão
estão se aproveitando
se aproveitando da Maioria!?!
Maior loucura...
E aí:
Pppppuuuufff!!
A vida voltará ao normal pois
A Maioria serão os Alguns e
Os Alguns, se existirem,
Serão a Maioria.
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 08h41
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Brasil: meu, teu, nosso país!!! !! ! Dia 19/01/2004
Independência ou morte!?!
Em um 07/09 - sete de Setembro,
o Brasil tornou- se liberto
- independente sem soberania entretanto.
Todos os anos a ... data ... é comemorada.
Será que temos, os brasileiros, motivos para festejar?
O Brasil foi praticamente quebrado pelas nossas elites vagabundas governantes:
a educação pública não é de qualidade;
o sistema de saúde não é decente;
a segurança pública não é eficiente;
a economia, até ela, está em constante depressão;
brasileiros, irmãos nossos, estão há anos,
há décadas, há séculos, passando fome, frio: necessidades.
e o pior não são nem os milhares de problemas,
mas a obscuridão na perspectiva de tempos vindouros, futuros, melhores ou mais dignos.
BIS: será que temos, os brasileiros, motivos para festejar?
O dia 07/09/... tem que ser um dia para a reflexão;
tem que ser um dia para a renovação das esperanças de um amanhã
real e verdadeiramente independente.
- Fato que seria inédito - em absoluto:
INÉDITO VIVA A SOBERANIA NACIONAL
VIVA A CULTURA BRASILEIRA
VIVA BRASIL
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 08h36
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Centro Acadêmico Clóvis Beviláqua
É isso mesmo... tive sorte. Fui reeleito para o CA. Passei nove meses na entidade pela gestão "Novas Idéias, Outros Rumos" e agora o alunato da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará, concedeu-me mais um mandato - um ano mais. Gestão nova: "Consolidando e Construindo". É Consolidando Idéias e Construindo Rumos. Como podem perceber estou escrevendo pouco para o Blog, os porquês estão no texto anterior a este. Agradeço aos meus colegas de Faculdade que entram nesta página por terem votado em mim. Por enquanto é só!
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 08h33
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Congelamento de ... quase tudo... ai caramba!
Eu ultimamente tenho escrito pouco. Muito pouco. Não é só muito trabalho e falta de tempo. É também e, talvez até principalmente, falta de inspiração e de motivação. Semana passada escrevi uma poesia. Depois de quase um mês, saiu algo de minha mente... maravilha!!! Quero escrever mais, muito mais. Só o tempo fará meus pulsos agirem, tirando-me deste atual marasmo literário. Sou, como acho que sabeis, Diretor de Assuntos Estudantis do Centro Acadêmico Clóvis Beviláqua, da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará. Pois bem, depois de menos de ano, novas eleições aproximam-se... Será dias 2 e 3 de Junho. Tentarei a reeleição por três motivos: 1°Adoro o Ca, não adoro simplesmente ser do Ca, mas adoro está nele; 2°Muitos projetos que iniciei, junto ou não de meus companheiros de trabalho, precisam ser terminados, aprimorados ou encaminhados - é um compromisso meu, cumprirei de "cabo a rabo"; 3°Quando eleitos, derrotamos um grupo que se perpetuava a mais de 5 anos na Diretoria deste Centro Acadêmico, o pensamento desse grupo é totalmente decadente - para evitar que por falta de opção, eles retomem à Diretoria, candidato sou. É isso pessoal, pelo menos, por agora. Desejem-me sorte nas eleições, pois dela também necessito...
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 20h28
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Quer entrar em uma Universidade Pública? Pois torça... o sorteio vem aí.
Pode parecer loucura, mas a idéia da seleção nas Universidades Públicas ser feita por sorteio não saiu nem de minha cabeça, nem da do mestre escritor Rubem Alves, nem, muito menos, de algum dos componentes do grupo político que quer ver se a leva à frente. Saiu da cabeça de um gênio anônimo qualquer, no meio da multidão, e como toda inovação, os inertes a criticam de cara, pois mudar para quê? O melhor sempre não é deixar tudo como está!? Dá menos trabalho! É menor a confusão...
Quem que está em uma Pública não teve que passar um ano matando-se de estudar para passar no Vestibular? Sem contar com os que precisaram de dois, três, quatro e até mais anos para passar, não por serem BURROS, mas por nervosismo, deu branquismo ou outra falta de sorte qualquer. Estes como os outros estudaram muito, mas não lembram mais de quase nada ou de nada. Pura perda de tempo. Droga=Vestibular. Deixa os estudantes perto de ataques, de surtos neuropsicóticos!
Eis que surgiu a solução para o Vestibular, o sorteio.
Tudo bem que com os sorteios as injustiças continuarão ocorrendo, mas o pobre poderá ingressar na Universidade sem precisar endividar-se para pagar um bom cursinho. E estes que são caça-níqueis do ensino serão gradativamente fechados, e o dinheiro investido neles será, juntamente com o dos ricos sem sorte, investido nas Universidades e nos colégios, o que melhorará a qualidade do ensino e possibilitará o aumento das vagas ofertadas. Além disso, as escolas terão liberdade para ensinar as matérias de acordo com o tipo de vida dos alunos matriculados nela, podendo assim atrai-los, mostrando-lhes utilidades da vida, bem como o que é universalmente gostoso de se ver e aprender: cinema, literatura, pintura, desenho, escultura, esportes e etc.
Os alunos aprenderão, terão uma formação para a vida, não para o Vestibular. Além do que a estória das vagas restritas a negros não precisará mais existir o que salvará a nossa Constituição de 88 que vem tendo um dos seus artigos mais bonitos e inovadores ferido - art.5, caput.(início): todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.
Você deve estar dizendo que seria uma loucura, mas faça um flashback, lembre do seu tempo de escola e diga... é ou não preciso mudar? Mudar o método de ensino? Mudar o que se ensina? Responda pensando não em você, mas em seus filhos e no futuro do Brasil!
(Samuel Colares)
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 17h45
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Mutirão
Neste dia 15 de Novembro de 2003, dia em que o Brasil comemorou a Proclamação da República: marco histórico de um novo pensamento político-ideológico, o Centro Acadêmico Clóvis Beviláqua organizou e promoveu um grande mutirão visando à pintura das salas de aula da Faculdade de Direito da UFC.
O evento foi possível graças à venda da rifa (R$2,00) de uma coleção de livros de Direito Processual Civil e à boa vontade dos alunos de nossa Faculdade. Destaca-se a participação do Segundo semestre Manhã que foi a turma com o maior número de partícipes no mutirão; com certeza, devido ao empenho dos representantes daquela turma: Camila Pessoa de Aguiar e Filipe Bernardo da Silva.
O mutirão foi também um marco na atuação do movimento estudantil, no Estado do Ceará: antes, eram só protestos, manifestações e passeatas com muitos gritos e palavras de ordem lançadas ao ar; agora, os estudantes, conscientes da falta de investimentos mínimos para a manutenção da estrutura e da qualidade da Faculdade, agirão aonde o Governo tem se mostrado falho. Os acadêmicos agiremos sim, mas mostrando através da imprensa que temos ciência de que a obrigação não é nossa, bem como visando a mostrar à população a verdadeira situação da Faculdade e a sensibilizar as autoridades competentes para atuarem mais efetivamente, se possível, em conjunto conosco.
(Samuel Colares)
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 17h43
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Debate OAB
Quatro candidatos presentes: Cândido Albuquerque, Jurandir Porto, Afro Lourenço e Edimir Martins. Um ausente: Hélio Leitão. O público presente, no dia 7 de novembro de 2003, ao auditório Reitor Antônio Martins Filho, na Faculdade de Direito da UFC, não foi muito grande. Devido a isso, representantes de Cândido Albuquerque e Jurandir Porto propuseram o cancelamento e/ou adiamento do debate; constrangimento que foi prontamente contornado pelos diretores do C.A.C.B e pelo repórter convidado para mediar o debate: Wellington Nunes.
O debate foi iniciado com o pronunciamento do Diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão do C.A.C.B, Roberto Nogueira Feijó. Logo após, os candidatos apresentaram suas idéias ao curso de uma explanação inicial, comentários a 3 temas sorteados: 1) Proliferação de Faculdades de Direito e o aumento das reprovações no exame da ordem; 2) Reforma do Judiciário e celeridade da Justiça; 3) Acesso de pessoas de baixa renda à Justiça e Defensoria Pública; e finalizando o debate, os candidatos fizeram as suas considerações finais.
Foram fatos e idéias citados e defendidos pelos presidenciáveis à OAB durante o debate, além das sucessivas alfinetadas ao candidato ausente, Hélio Leitão:
# Cândido Albuquerque: levou ao debate uma grande comitiva (camisas vermelhas); foi quem mais fez criticas ao já citado candidato ausente; afirmou ser a favor do rigor do exame da Ordem; defendeu as campanhas milionárias, justificando que são fruto da importância e da evolução da OAB; disse que a Ordem deveria fazer um controle forte sobre o Judiciário, denunciando e condenando as mazelas sabidas e existentes; e que a Reforma do Judiciário é débito antigo com a sociedade, devendo ser feita prestigiando a Defensoria Pública e possibilitando igual defesa de direitos aos ricos e pobres.
# Jurandir Porto: defendeu a atuação da OAB, principalmente, para atender às necessidades dos jovens advogados; criticou as campanhas milionárias e questionou a origem do dinheiro delas; foi capaz de levantar o público mesmo utilizando-se de discurso populista; afirmou que a OAB deveria fazer controle sobre a qualidade de ensino das Faculdades de Direito; disse que a Reforma do Judiciário deveria abrir o Judiciário ao povo, bem como aumentar o número de juizes e a qualidade e celeridade das sentenças proferidas por eles; como Defensor Público que foi, afirmou que a Defensoria Pública, no Estado do Ceará, é marginalizada e que deve ser reavaliada.
# Afro Lourenço: afirmou que não só o Judiciário, mas também a OAB deve passar por Reforma, a ser iniciada pela base; disse que para o ensino nas Universidades melhorar basta que os alunos cobrem esforços dos seus professores; defendeu a Reforma do Judiciário, segundo ele, absolutamente dependente de vontade política.
# Edimir Martins: falou durante todo o debate de pé; afirmou que a classe dos advogados é desunida, inconsciente e desmobilizada; criticou as campanhas milionárias, segundo ele, uma imoralidade; citou uma série de denúncias que foram feitas, alegando fraude no exame da Ordem; afirmou que a OAB nada pode fazer para impedir o aumento do número de Faculdades; defendeu o ensino, nas Faculdades de Direito, do estatuto da OAB, bem como o de uma cadeira de Ética; disse, citando casos absurdos relacionados à atuação do Judiciário, que, antes da Reforma do Judiciário, deve haver uma reforma moral; afirmou querer revolucionar a OAB, o que começaria dando-se mais atenção à Defensoria Pública e acabando com a história da Ordem servir de vitrine para grandes escritórios de advocacia.
O debate teve, em geral, excelente nível, não foi cansativo, sendo até bastante animado e satisfez, indubitavelmente, o público presente.
(Samuel Colares)
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 17h42
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Cidade de Deus: assista e/ou reassista 1, 2, 3... várias vezes...
Um filme mais que excelente. Forte. Violento. Arrisco-me a afirmar que é o melhor filme já feito pelo Brasil, por brasileiros em todos os tempos. A história REAL da Favela "Cidade de Deus" é contada através da criminalidade precoce dos filhos do lugar. Assaltos. Tráfico de drogas. Guerra entre traficantes. Muitas mortes.
Depois desse filme o cinema brasileiro mudou. Película merecedora de todos os possíveis e existentes prêmios do cinema, inclusive, de todos os Oscar da tal grandiosa Academia de Cinema Estadunidense.
Indicado em 2004 a quatro Oscar, uma surpresa depois de em 2003 não ter sido indicado à categoria de melhor Filme Estrangeiro por, acreditem!, ter sido considerado muito violento. Esse filme magnífico comprova: se o cinema brasileiro tiver acesso a dinheiro, pode ser dos melhores do mundo!!
Para os amantes do Brasil: para haver financiamento disponível aos filmes nacionais, faz-se mister que os brasileiros assistamos às películas nacionais. Não digo: não assistam a filmes estrangeiros. Não digo, mas peço: prestigiem, antes de assistir aos filmes de FORA, os filmes, cada vez melhores, do Brasil!
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 07h41
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FranMAMAgaPAPAlhos
O único bem
que os pais podem
deixar para os,
quase sempre,
queridos filhos
é a cultura,
é a educação.
Nenhum dos pais,
com um mínimo de
consciência e de poder
de discernimento,
quer o mal para
os, quase sempre,
queridos filhos.
Sem dúvida, a única
saída para a melhoria
do Brasil está na primordial
educação.
Indubitavelmente, é
unanimidade nacional
a vontade dos pais
de dar para os filhos
uma boa e vasta bagagem
cultural.
Agora, só saber do tudo
e/ou só ter vontade
de por o tudo em prática
não resolve e nem
melhora absolutamente
nada.
Nada - Nada - Nada
ABSOLUTAMENTE
Ter governos voltados
para o social é essencial,
mas, caso se tenha péssimos,
tem- se que sair à luta e
à briga para
que, com a força popular,
o Povo tenha o que
necessita:
Educação Pública, Gratuita e de Qualidade
e mais . .. ... .... ..... ......
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 07h39
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Antes de tudo ... isto.
A censura,
ou melhor,
a abominável e terrível
censura
foi praticada abertamente,
comandada por
nossos queridos governantes,
durante quase meio século.
...
O povo, a pouco mais
de uma década,
conseguiu se livrar
dessa castração da liberdade.
...
Mas,
Há! Há! Há! ("seria engraçado se não fosse trágico")
ainda há
quem defenda a volta da safadeza mais
pura que já existiu
no Brasil.
...
Pode? Será possível?
...
Im om! Im om! Im om!
(homenagem aos defensores da sa- sacanagem)
sa- safadeza
A, quase antônimo da censura,
a belíssima liberdade:
seja religiosa, política, ideológica ou outra
é importante,
importantíssima, para o progresso,
em todas as instâncias, do Brasil.
...
O antagonismo existente
entre tantas formas de pensar
aliado ao jeito
atípico de ser do brasileiro
dá a este gigantesco povo e/ou país
diversos caminhos,
diversas vias, para
o sucesso.
Ter o poder de escolha é
maravilhoso,
perdê- lo não pode
E NEM DEVE
ser bom.
...
As pessoas, os cidadãos,
não podem defender
a hipócrita e tirânica censura.
- Caso achem, as pessoas cidadãos, que algo é inadequado,
cabe a cada um a autocensura, cabe a cada um o autocensuramento. -
Defender a censura é
ser contrário ao progresso
de um país e de um povo,
é se mostrar incompetente
para discernir, por si próprio(só),
o certo do errado,
é gostar e querer e é querer
e gostar de ser alienado.
...
Por tudo o que foi dito
e contrariando os im om:
censura, nunca mais!
Aplausos!!! Aplausos!!! Aplausos!!!
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 07h39
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Queixo!
Quero escrever com
Liberdade!
Que se fodam
as editoras! e gráficas!
e o escambal!
Danem-se!!!
Não sou obrigado
a escrever um poema,
um conto, uma crônica
por dia; não sou obrigado
a fazer um livro por ano,
a escrever como concretista,
romancista, realista ou
o cacete!
Nada obriga um
autor a escrever
sem motivação
e/ou inspiração.
Nada - Dinheiro
(nada menos)
dinheiro:
remuneração, um alvo que:
autocárcere privado.
Dinheiro
necessário para
ter o papel para
escrever; a caneta,
o lápis para idem;
a borracha para aperfeiçoar
os escritos; mais papel
para publicar e propagar
os escritos; para pagar
o trabalho dos outros,
para, para, para...
Os escritores escrevem
por motivos diversos,
mas gastam e
recebem para viver,
para se manter.
A liberdade não existe!
Porque esculhambar,
que seja,
Deus e o Mundo
é passível de
ser um dom remunerável...
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 07h37
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Desmantelo ...
A esperança é o
cúmulo do
"eu não consigo" ou do "será que eu consigo?"
pois para
se ter esperança
tem que se mostrar
impotência ou
um pouco de insegurança
para alcançar o algo
querido e outrora
não atingido.
A esperança está
em diversas
manifestações
humanas:
desde torcer
para que se
arrume um
emprego até
desejar que
aviões caiam,
a la Kamikases,
nos EUA.
Mas possuir
esperança é
bom, muito bom;
é uma forma de
utilizar, inconscientemente,
o poder da mente
para o algo
querido e, teoricamente,
difícil, e por que não, impossível.
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 07h36
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Raridade de discernimento
As explicações que a vida
dá são
incompletas e, aparentemente, não
convencem a Seu ninguém;
são explicações dogmadas e desleixadas - autoritárias:
autoritarismo provindo
de cima e imposto,
à grandes custos e percas,
à baixo- aos humildes- às massas de manobra
que são controlados
pela publicidade e pelas
empresas gigantescas,
que são os de cima,
os autoritários:
daí saiu o apoio
maldito à Ditadura,
daí saíram as fatídicas
mortes, que levaram
brasileiros, pouco ilustres,
para, ainda menos ilustres,
cemitérios.
Isto porque a exploração e
a imposição, de cima
para baixo, existe e
é difícil de se observar, de se comprovar;
pois
quem é vivo e não é rico
ou morre
ou é explorado
ou se revolta e atiça
a vida dos de cima,
que perseguem, persistentemente,
os rebeldes: os,
para os de cima,
únicos problemas
problemas raríssimos.
Escrito por Samuel Colares-Riebra-Seraloc às 07h36
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